Tutu é suspenso na TV Norte SBT Pará, exposição do Chaves em Belém e coleguinha caloteiro em cargo de chefia em TV
A agência Gaby Comunicação convidou os coleguinhas da imprensa de Belém a voltar à infância na exposição do Chaves
Belém e Rio de Janeiro, 8 de setembro de 2026 – E aí, meu colegas, todos inteiros? Alguém já viu alguma confusão em meio às carreatas na campanha eleitoral? Cuidado, gente! Não se envolvam e saiam de perto. Queremos todos inteiros até o dia 4 de outubro, porque, logo depois tem Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
Mudanças nas redações
Erlon – Erlon Natividade, depois do BT Mais, está há dois meses na TVC Pará, quando assumiu a diretoria de Conteúdo Multiplataforma. Nesse tempo, houve a expansão da TVC e a inauguração dos novos estúdios.

E sobrou para Tutu
Égua, não, Tutu… – O que foi que falamos aqui no site sobre quando um dia, um dia, e Tutu ia cair bonito? O afastamento de Wesley Costa, o Tutu, da TV Norte SBT Pará, levanta uma pergunta que não quer calar: onde termina o jornalismo e começa o ativismo político? Tutu, há muito tempo, deixou de exercer o papel de repórter que deveria informar com equilíbrio para assumir uma postura cada vez mais alinhada aos interesses da família Barbalho. Ele não fala na emissora de TV, mas é a cara da propaganda pró-Barbalho nas redes sociais, tomando partido, mesmo. E todos sabemos que imparcialidade se tem, não se compra. Jornalista jamais deveria cabo eleitoral de ninguém. E se for assumir essa skin, seja ético, que deixe o vídeo e se engaje na campanha eleitoral. “A população merece informação, fatos e diferentes versões e não narrativa política disfarçada de notícia”, opina uma postagem nas redes sociais. E Tutu, que nem strike de boliche, perde posição em mais uma emissora de Belém. A saber, Raulan do tio dele, Wlad, portal Roma News, RBA TV, rádio Liberal + e agora, SBT. Está ficando sem ter para onde correr, né, coleguinha?
Tutu foi suspenso nesta terça-feira, 8, por causa do vídeo que ele publicou da confusão envolvendo o candidato ao Governo do Pará, Dr. Daniel, do Podemos. Ele fica afastado até o fim das eleições, mas a conversa será “dizer que ele vai sair de férias”. Pronto, Ei, Tutu, já pode trabalhar na campanha barbalhista, sem medo de ser feliz. Só não te garanto se teu emprego estará te esperando, na volta.

Imprensa de Belém volta à infância com Chaves
Chaves, Chaves, Chaves – Na semana passada, a agência Gaby Comunicação convidou vários jornalistas de Belém para conhecerem, em primeira mão, “Chaves: A Exposição“, que está aberta no segundo piso do Boulevard Shopping Belém e segue aberta até 2 de novembro de 2026.

















Outras notícias
Workshop – Na segunda-feira, 21, das 9 às 13 horas, será realizado o workshop Texto para TV, com Taymã Carneiro, coordenador e apresentador no portal G1 Pará, no Labcom da Unama Alcindo Cacela. As inscrições são por meio de link disponibilizado no story da @comunicacaosocial_unama, um formulário do Microsoft Forms, com aviso de vagas limitadas.

Artigo de Glauco – O CAMP, principal entidade de profissionais de marketing político da América do Sul, lançou o livro “Marketing Político no Brasil 2 – Eleições“, reunindo especialistas em campanhas, estratégias, redes sociais, novas tecnologias e inteligência artificial. Entre os destaques está o artigo “O Eleitor nos Tempos do Cólera”, do publicitário paraense Glauco Alexander Lima, sobre algoritmos, polarização e a necessidade de valorização da política como espaço de convivência democrática.

Livro de Tamires – A jornalista e escritora paraense Tamires Porteglio viveu um momento especial, no sábado, dia 5, quando fez o lançamento de seu primeiro livro “Fragmentos de Mim – Entre a Dor e a Coragem”, durante a 29ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, no Hangar Centro de Convenções, em Belém. O lançamento reuniu leitores, amigos e admiradores da autora em um dos principais eventos literários da região Norte. A participação de Tamires integrou a programação do Ponto do Autor, espaço dedicado aos escritores e à valorização da produção literária. A obra é publicada pela editora Viseu, e nasceu de uma escrita marcada pela sensibilidade e experiências da autora. Jornalista e escritora, Tamires tem mais de 16 anos de atuação na comunicação e integra a Academia de Letras do Brasil – Seccional Bragança, onde ocupa a cadeira 43.


Imprensa passa poucas & boas no Mangueirão
Um inferno – No jogo pela Série A do Brasileirão, entre Clube do Remo e Flamengo, no domingo, 6, mais uma vez, nem FPF, muito menos, CBF, conseguiram conter os “fotógrafos de Instagram” que invadem a beirada do gramado em busca de selfies com os jogadores famosos em campo. Esse mesmo problema já tinha acontecido na partida do Remo contra o Santos, pela Copa do Brasil, e a busca de fotos com Neymar prejudicou imensamente o trabalho de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas que estão apenas trabalhando.



Sem guarda-chuvas – Ainda no assunto, é sabido que a CBF proíbe expressamente o uso de guarda-chuvas e sombrinhas por profissionais de imprensa que atuam no gramado durante os jogos de futebol. Está nas diretrizes de trabalho e segurança do Regulamento Geral de Competições – RGC e no atual Manual de Competições da CBF. De acordo com a regra, por questões de segurança e para evitar a obstrução da visão das placas de publicidade, torcedores ou das próprias câmeras de transmissão, nenhum fotógrafo ou cinegrafista de veículos não detentores de direitos pode utilizar guarda-chuvas ou sombrinhas no campo. É permitido apenas o uso de pequenos modelos específicos de proteção que fiquem acoplados diretamente às câmeras de transmissão das emissoras detentoras dos direitos de imagem. O problema exatamente é em Belém, onde ou chove todo dia, ou chove o dia todo.


E vamos de broncas, muitas broncas
Ei, você aí, me paga esse dinheiro aí – E aquele coleguinha, gerente de conteúdo de Jornalismo da TV Norte SBT Pará, hein? Ele posa de bom moço, é simpático, brincalhão, sempre cercados de amigos e com um repertório aparentemente inesgotável de histórias e justificativas. Em posição de direção, o rapaz está na lista de pessoas que emprestaram dinheiro a ele, e caíram na conversa de “alguém habilidoso na arte de convencer”. A conversa começa amistosa, passa pela confiança e termina com a promessa de que o valor será devolvido. O problema, dizem, começa justamente na hora de cumprir o combinado. Há quem afirme esperar há meses – para não dizer, anos – as justificativas se acumulam. Uma hora, o dinheiro vai cair, depois o Pix está sendo enviado, houve um problema, o pagamento atrasou, “tô esperando o salário da minha mãe”, “agora vai”. E o “agora” parece nunca chegar. E quando chega… vem pela metade, ou menos da metade do valor acordado. E se for cobrar, é a Terceira Guerra Mundial. Alguns credores desse rapaz afirmam ter ouvido, inclusive, que deveriam procurar a Justiça caso quisessem resolver a pendência. Outros dizem ter simplesmente desistido de tocar no assunto depois de tantas promessas. Nas redes sociais, porém, a imagem é de vida social ativa, passeios, restaurantes e a pose de quem está com tudo sob controle. E essa contradição revolta quem ainda estar esperando para receber. Afinal, cobrar um dinheiro emprestado não deveria transformar o credor em vilão da história. Reputação não se sustenta apenas com simpatia, fotos bem-produzidas e pose de sucesso. Conta pendente também conta história e, às vezes, conta muito mais sobre alguém do que o currículo apresentado. Na comunicação em Belém, o nome do diretor já não aparece entre elogios e tapinhas nas costas. Histórias antes restritas a pequenos grupos começam a ganhar novas rodas e novos ouvidos, porque há um momento em que controlar a própria narrativa se torna mais difícil, em especial, quando pessoas diferentes começam a relatar experiências semelhantes.

As soldadas da Record – E hoje, 8, o site está para cobranças. E, de novo, sobre a TV Record Belém. Já falamos aqui sobre a coleguinha animadinha que não sabe por onde passa o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e ainda acha que tem razão e que “todo mundo” conhece a “marca” dela. E sendo assim, ela tentou ameaçar o site dizendo “minha marca está no teu ‘blog’, coleguinha. Não vai me dar trabalho!”. Uma pergunta: ‘serássi’ que o salário dessa coleguinha tem bala na agulha para aDEvogados? Coleguinha, eles são caros, visse? Aí, a segunda perna do tripé dos “repórteres que se acham os tais” dessa mesma emissora, me surge em uma passagem de reportagem chamando, o tempo todo, uma mulher trans de homem, usando o nome masculino dela. Coleguinha, como assim? Sabemos que a Record é toda trabalhada no preconceito que vem direto da Igreja Universal, mas nome social e respeito à diversidade são leis no Brasil, e transfobia é crime, visse? Se ligue!!

Fotos da semana
A edição 2026 da Feira Panamazônica do Livro terminou no domingo, 6






Rock in Rio 2026:
















Outras fotos:



















NOTA DA REDAÇÃO
Este espaço continua sempre aberto para manifestação de quem quiser informar sua posição sobre os assuntos relatados nesta postagem. Acha que precisa de um Direito de Resposta? É só mandar.