Diretora da Secom-PA é processada por danos morais

 Diretora da Secom-PA é processada por danos morais

Sede da Secom-PA (foto Agência Pará)

É impressionante como as denúncias sobre os desmandos dentro da Secretaria de Comunicação do Estado do Pará (Secom-PA) não cessam. Nesta semana, este site recebeu mais uma denúncia, desta vez, na área administrativa da secretaria, o que acabou em um processo por assédio e damos morais.

A primeira informação dá conta que nem a “secretária” Vera Oliveira tem voz de comando naquela entidade, visto que, quem sempre dá a última palavra é Jader Filho, o Jaderzinho, irmão do governador Helder Barbalho (MDB). Mas sobre isso já estamos mais que cientes.

O problema são as “pessoas de confiança” que Jaderzinho coloca na Secom. Como é o caso de Suely das Graças Ferreira Neves Lima, diretora do setor Financeiro daquela secretaria. Essa diretora é quem está sendo processada por danos morais, cuja audiência será em agosto próximo.

A pessoa que está processando Suely era secretária do Financeiro da Secom. Em poucos dias no cargo, Suely começou a mostrar as garras e a maltratar os servidores do setor, em especial, a secretária.

Informações dão conta de que Suely foi extremamente arrogante, humilhando a denunciante. A moça, depois de muita humilhação, deixou a Secom e entrou com o processo na Justiça.

As denúncias têm o mesmo teor. “Ela faz reuniões e ameaça os funcionários, destrata todo mundo e diz ser ordem do Jader Filho”, revelou uma fonte. Outra nos disse: “A Secom é um presídio. As pessoas trabalham de mau humor”.

E mais outra: “Segundo ela [Suely], tudo o que ela faz é por ordem superior, o governador que posa de santo”.

Processo pro danos morais contra Suely das Graças Ferreira Lima

Secom Jornalismo/ Nathália – Mas as denúncias sobre o setor de Jornalismo da Secom-PA continuam. “Eu estive presente durante a transição da Secom com a saída da Alinne [Passo] e chegada da Nathália Kahwage.

Nathália chegou sem entender uma vírgula do que acontecia na dinâmica do Palácio do Governo, era super notável o total desconhecimento do que faria ali.

Print da denúncia que chegou a este site

No começo, as primeiras 2 semanas, era super comunicativa, perguntava e conversava para tentar resolver melhor as N agendas do governador. Eu e minha equipe achamos até que as coisas iriam melhorar depois da saída da Alinne, mas estávamos muito enganados. Quando Nathália “sentiu o terreno” e conseguiu o mínimo de ideia do que fazer ali, mudou da água pro vinho.

Virou uma pessoa arrogante, prepotente, que tratava com total desdém minha equipe e nosso conhecimento técnico. Ouvi relatos de outros setores com queixas semelhantes. Sempre queria que tudo fosse feito do jeito que ela quisesse, mesmo que advertida quando não era possível fazer de tal jeito.

Isso até seria mais tolerável, mas Nathália não fazia seu trabalho. Em suma, era isso que acontecia. Não comunicava as agendas do governador, queria que todos sempre estivessem a seu dispor e boa vontade.

Chegava a ser irônico pensar que ela é da área de comunicação, e até hoje dou risadas pensando nisso. Como você pode ser de comunicação e não fazer uma coisa tão trivial como comunicar as coisas para quem está sob seu comando?

Como pode ser negligente a ponto de não comunicar agendas do governador com a devida antecedência e prejudicar essa agenda, como aconteceu algumas vezes?

Tudo tinha que ser para ontem, mesmo que fosse algo que precisasse de pelo menos uma hora pra que saísse da maneira correta. As coisas eram avisadas geralmente 20 ou até 10 minutos antes de acontecer, e ai de nós que algo desse errado simplesmente porque a Toda Poderosa Nathália Kahwage (risos) não tinha o profissionalismo de mandar uma mensagem avisando das agendas do governador.

Eu me lembro de uma ocasião específica em que perguntei a pessoas do Cerimonial se sabiam de agenda do governador, pois a Nathália não nos havia comunicado nada, e recebi como resposta um “Jura?” em tom de ironia, seguido de “que novidade a Secom não comunicar as coisas”.

Na cobertura da primeira vacinação do Estado, viramos a noite arrumando as coisas para o evento. No outro dia, no horário do almoço após a finalização do evento, uma pessoa da minha equipe comunicou a ela que iríamos almoçar e ela simplesmente disse que não podia, que deveríamos estar à disposição.

Aquilo foi o cúmulo pra todos nós, mas somos meros mortais e a corda sempre arrebenta pro nosso lado, como arrebentou.

No final das contas, dou graças a Deus de não precisar trabalhar mais com alguém de um profissionalismo tão raso porque, no final das contas, é isso que Nathália Kahwage é: alguém que não faz o seu trabalho, e, às vezes, parece que nem tenta.

Ela é um belo exemplo de como meritocracia é um papo furado, porque eu conheço pelo menos uns 5 universitários que fazem um trabalho infinitamente melhor do que ela e que estão lutando pra se manter, enquanto Nathália ganha pra fazer nada.

Eu poderia estender mais esse relato falando da famosa Verinha [Oliveira], mas tudo que eu poderia falar dela outras pessoas já disseram aqui, e nem vale a pena. Tenho pena de quem ainda precisa continuar trabalhando com a atual gestão da Secom”.

NOTA DA EDIÇÃO: Este site entrou em contato com a Secom-PA e espera posicionamento.

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